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BICHO DO MATO

Imagine explorar novos lugares, desbravar matas fechadas e florestas até chegar a uma cachoeira e nadar….junto com o seu “companheiro de 4 patas”!!

É, levar o seu companheirão para se esbaldar junto com você em trilhas e aventuras é mesmo uma delícia. Mas, antes de prepararem as mochilas (a sua e a dele, claro!) e colocarem pés e patas na estrada, existem alguns cuidados importantes a serem tomados pelo bem-estar e, principalmente, pela segurança do seu “amigão”.

Antes de tudo, o seu cão precisa ser treinado, educado, vacinado e acostumado com o ambiente. Caso contrário, você pode expor seu amigão a perigos capazes até de colocar a vida dele em risco.

Anote aí:

  • Antes de se embrenhar no mato o seu cão precisa estar acostumado a andar solto. Do contrário, comece mantendo-o na guia e vá treinando até que sinta a segurança de que ele obedecerá aos seus comandos, especialmente os comandos “junto” e “vem”. Lembre-se de que a floresta guarda uma infinidade de novos cheiros e outras coisinhas que vão aguçar a curiosidade dele, existindo aí uma grande possibilidade dele sair correndo e farejando e não saber voltar. Aos poucos, quando ele for se acostumando, você pode ir soltando-o da guia. 
  • Se passear com o seu cachorro resume-se a uma volta no quarteirão da sua rua, então é melhor condicioná-lo fisicamente antes de aventurarem-se numa trilha. Aumente a dose dos passeios diariamente, de maneira leve e gradual - de um quarteirão, passe para dois, depois para três. Faça isso mais de uma vez ao dia. Outra coisa importante é tentar engrossar a sola da pata dele, caso contrário ele poderá se machucar no mato. Leve-o para andar também na terra e na grama e não apenas no asfalto. Comece com trilhas leves e de curta duração e, só depois, vá aumentando o grau de dificuldade e esforço físico. E fique atento aos sinais de fadiga, ainda que ele demonstre ter energia. Lembre-se que o cachorro não tem limites, ele não sabe dizer Eu não agüento mais.
  • Não existe uma raça específica para trilhas e caminhadas. As raças que conhecemos foram moldadas de acordo com as necessidades do ser humano e isso afeta tanto as características físicas quanto as comportamentais. Portanto, independentemente da raça, tudo vai depender do que e de como você ensinou para seu amigão. É claro que, algumas raças têm lá suas características específicas. O Beagle, o Schnauzer e o Paulistinha, por exemplo, são exímios caçadores de bichos em tocas. Já o Labrador, o Golden  e o Pointer costumam buscar as presas e trazer de volta para seus donos. Mas isso não quer dizer que um pequeno poodle não possa ser um grande companheiro nas suas trilhas - se ele foi assim condicionado. É importante que você conheça bem o seu cachorro antes de colocá-lo numa aventura e em um ambiente estranho a ele.
  • Antes de viajar, é importante checar se as vacinas de seu amigo estão em dia. Veja também se está na época de dar um vermífugo e se há a necessidade de aplicar um produto antipulgas e anticarrapatos. Para uma trilha, isso é sempre uma boa idéia, já que alguns lugares são infestados por estes insetos, principalmente onde há mato úmido, cavalos e bois. Outras medidas a serem consideradas é saber se é preciso dar o remédio contra o verme do coração e proteger o seu pet contra o mosquito da Leishmaniose. Converse com o Vet para saber se a área a ser explorada por vocês é de risco. Não deixe de ir, mas só vá se o seu companheiro estiver protegido!!!
  • Leve todos os apetrechos de que seu cão vai precisar. Deixe sempre muita água limpa ao seu alcance (inclusive tenha uma garrafa para ele durante a caminhada) e não se esqueça de levar a quantidade de ração necessária para os dias de viagem (e um pouquinho de reserva, caso haja algum imprevisto), uma vez que a alimentação do animal não deve ser mudada neste período.
  • Se possível, leve também um kit básico de primeiros socorros....coisa pouca, itens como gaze, atadura, iodo e pinça - para desinfetar e conter possíveis cortes e ferimentos leves ou retirar algum corpo estranho da patinha. Tenha sempre o telefone de um veterinário mais próximo da região onde irão se aventurar....para o caso de alguma emergência.
  • Não ofereça muita comida antes de fazer uma trilha ou qualquer exercício físico. Deixe-o comer, mas só um pouquinho. Se ele comer muito e se esforçar, corre o risco de ter uma torção gástrica, problema sério que pode levar à morte. Leve também algodões e toalhas (para secar os ouvidos) e vale a pena colocar na coleira o número de telefone fixo de alguém que não viajou - isto pode ser útil caso ele se perca e o seu celular não esteja pegando.
  • Mantenha-o na guia se ele costuma estranhar outros cachorros ou pessoas. Faça com que seu passeio seja agradável a todos, não apenas a você - tudo o que acontecer com as pessoas e animais à sua volta é de sua responsabilidade, lembre-se. Quando estamos com nosso cachorro, devemos nos comportar em dobro.
  • Deixe a natureza e todo o seu entorno exatamente como você gostaria de encontrar caso um dia retorne ao lugar. Não traga “lembranças”, a não ser fotografias. Não permita que o seu cão coma as plantas pois, além de estar destruindo a vegetação local, ele pode sofrer alguma intoxicação ou ser envenenado. E também não permita que ele persiga os animais. Vocês estão visitando o território deles, portanto retribuam com educação para que sejam sempre bem-vindos. Além disso, a reação do animal pode ser agressiva e machucar o seu cão ou, ainda, é capaz dele querer ir atrás de todo bicho que encontrar no caminho e não saber voltar mais. E não custa reforçar: leve saquinhos e recolha as fezes do seu cão. Cocô de cachorro não é adubo!!
  • E, se encontrarem um rio, lago ou cachoeira, nunca atire o seu animal na água!! É uma delícia ver os cachorros nadando e poder nadar junto com eles, mas não o force, principalmente se ele não estiver acostumado. Entre você primeiro e chame-o. Se ele se sentir à vontade, entrará também. E tenha cuidado: alguns cachorros ficam aflitos ao nadar e acabam machucando e arranhando quem estiver ao redor. Enquanto ele não “pegar o jeito”, mantenha distância principalmente das patas traseiras. E, se ele quiser sair da água e tiver dificuldade, ajude-o de imediato. Não fique assistindo, ele pode se desesperar e até criar um trauma.
  • Por último e não menos importante, curtam essa gostosa experiência!! E aprenda com o seu “amigão”: enquanto caminharem juntos no meio do mato, não fique pensando o que vai fazer no ano que vem ou como será quando voltarem. Viva plenamente o presente…faça como ele, simplesmente fascinado pelo mundo diante de seu focinho.

Fonte: Revista Go Outside
 

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