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SEGURANÇA A BORDO

Hora do passeio com o seu peludo!! Ou quem sabe uma viagem. É claro que ele não vai pensar duas vezes antes de pular dentro do carro, correto? Sim e não.

É verdade que a grande maioria dos mascotes (especialmente os cães), adora passear de carro. Alguns enlouquecem só de ouvir o barulho das chaves.

Mas, você sabia que alguns cães têm pavor de automóveis??!! Para estes, o carro lhes parece assustador e é associado a coisas ruins, como o medo e o enjôo, por exemplo.

Por isso, antes de enfiar o seu bichinho dentro de um carro, observe se ele se sente confortável ou não, pois, a conseqüência deste ato impensado pode causar um trauma difícil de ser superado.
 
O primeiro passo é entender qual é a relação dos cães com os automóveis.  E, a partir daí, tentar resolver o problema – que pode vir a ser comportamental ou fisiológico - com carinho, paciência e algumas dicas como: o treino de adaptação do peludo ao veículo com petiscos e brincadeiras; a escolha de horários mais tranqüilos para os passeios; medicamentos e paliativos para enjôos; associar o carro a passeios agradáveis, etc.

Depois que o seu peludo já estiver totalmente familiarizado com os passeios motorizados (ou se o seu já é daqueles que praticamente abre a porta do carro sozinho) é super importante ter consciência dos riscos envolvidos, situações de perigo e tomar alguns cuidados especiais para evitar acidentes.

Para começar, nunca deixe o seu animal desatendido dentro de um veículo!! Ele pode passar mal, ser roubado (sim, já há casos!) ou se enroscar em alguma coisa (especialmente se estiver usando guia e enforcador) e acabar se machucando ou até mesmo enforcando. Também são comuns os casos de cães que morrem por hipertermia (calor excessivo) depois de terem sido trancados num automóvel estacionado porque seu dono resolveu dar uma “paradinha no supermercado”, por exemplo. Um automóvel deixado sob o sol, ainda que por pouco tempo, pode transformar-se numa verdadeira estufa ou sauna.

Não raro, vemos pessoas transportando animais com as cabeças para fora dos veículos ou até mesmo no colo dos motoristas. Erros que podem colocar em jogo a vida do seu pet, a sua e de outras pessoas.

Um cachorro solto dentro do veículo pode pular de um lado para outro e facilmente se enroscar, entrar no meio das suas pernas, esbarrar no acelerador ou breque, entrar em baixo dos pedais ou, ainda, diante de um estímulo irresistível, resolver pular pela janela! Sem falar que atrapalha a concentração do motorista e, numa fração de segundos, pode causar um acidente.

Um pet incontido não somente é um perigo, como também pode ser perigoso. Num acidente, este pet pode perfeitamente ser tranformado em um projétil. Para se ter uma idéia, numa colisão a menos de 50km por hora, um cão com cerca de 28kg, pode ser lançado contra um pára-brisa, o encosto de um banco de passageiro ou até mesmo contra outro passageiro gerando um impacto com uma força maior do que 540kg!!!! E, ainda que, milagrosamente, não se machuque durante o acidente, um cão solto e assustado, pode atrapalhar os trabalhos de resgate, atacar os socorristas ou mesmo fugir quando abrirem o carro.

O transporte de animais no Brasil está regulamentado através da lei nº 9.503, que instituiu o novo Código de Trânsito Brasileiro. Os artigos 235 (proíbe o transporte de animais nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados e com total segurança) e 252 (Proíbe o transporte de animais à esquerda, entre os braços e pernas do motorista ou soltos no interior do veículo) regulamentam o assunto. Infringir quaisquer uma destas normas, pode acarretar multas, pontos somados à sua licença de motorista e a possível apreensão do seu veículo.

Existem acessórios e instrumentos recomendados para o transporte animal. Grades de contenção, caixas de transporte e cintos de segurança são itens que, além de proteger o animal durante eventuais colisões ou freadas bruscas, garante que vocês estejam dentro da lei.

Esse é um tema bastante complexo porque envolve saúde, segurança e comportamento animal. Mas não precisa se assustar, pois com consciência e responsabilidade, você e o seu peludo poderão ter momentos muito divertidos sob 4 rodas. E, para ajudá-los a esclarecer todas as possíveis dúvidas que ainda restem, fizemos, com a participação da Cléo, um artigo especial sobre o tema, elaborado através de muitas pesquisas e experiências dela que, além de ser a nossa “Consultora de Viagens Caninas”, com todo respeito, é uma “garota bem rodada”!! Tá lá no nosso Blog!

Para conferir a matéria, clique aqui

 

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