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Manual do Pet Viajante
A DECISÃO
ANTES DE PARTIRMOS
A BAGAGEM
A DOCUMENTAÇÃO
ESCOLHENDO A HOSPEDAGEM
A CAIXA DE TRANSPORTE
VIAGEM POR TERRA
VIAGEM AÉREA
UMA VEZ HOSPEDADOS....
E PARA DESFRUTAR DO DESTINO ESCOLHIDO....
SUGESTÃO DE CHECK LIST PARA BAGAGEM ANIMAL
FONTES E REFERÊNCIAS
VIAGEM POR TERRA

Vamos de Carro? 

  • É verdade que a grande maioria dos pets (especialmente os cães), adora passear de carro. Alguns enlouquecem só de ouvir o barulho das chaves. Mas, você sabia que alguns animais têm pavor de automóveis??!! Para estes, o carro lhes parece assustador e é associado a coisas ruins, como o medo e o enjôo, por exemplo. Por isso, antes de me enfiar dentro de um carro e pegar a estrada pela primeira vez, observe se eu me sinto confortável ou não, pois, a consequência deste ato impensado pode me causar um trauma difícil de ser superado.
  • Ok, adaptação feita ou se eu já sou super chegado a um passeio motorizado, escolha um horário que seja mais tranquilo para a nossa partida evitando, principalmente, horários de muito trânsito ou calor intenso.
  • Não me transporte solto dentro do veículo. O Código Brasileiro de Trânsito prevê multas e perda de pontos na carteira de habilitação se eu estiver sendo transportado de outra forma que não as indicadas. Sabe quando eu coloco a cabeça pra fora da janela e fico curtindo um ventinho ? Então... essa situação é vista como infração média, e você pode receber uma multa e punição de pontos na sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Se você for flagrado dirigindo comigo à sua esquerda, no seu colo, entre os seus braços ou pernas, também estará cometendo uma infração média. E se me transportar na parte externa do veículo, como cabine de caminhonetes, aí a infração é grave e, além de multa e pontos na sua carteira de condução, o nosso veículo ainda pode ser apreendido. A lei ainda não é muito clara com relação a todas as situações, mas se a polícia nos parar, e eu for encontrado solto, dentro do carro, de modo que tire a atenção de quem dirige, a infração é leve mas também representa uma situação de perigo e acarreta multa.
  • Além de toda chateação das multas, dos pontos que podem lhe tirar o direito de dirigir e até da apreensão do nosso veículo, há um fator mais importante: um pet incontido não somente é um perigo, como também pode ser perigoso. Numa colisão, por exemplo, eu posso ser lançado contra um para-brisa, o encosto de um banco de passageiro ou até mesmo contra!!! E, ainda que, milagrosamente, eu não me machuque, se solto e assustado, posso atrapalhar os trabalhos de resgate, atacar os socorristas ou mesmo fugir quando abrirem o carro.
  • Portanto, conheça as opções existentes para o meu transporte com segurança e legalidade e escolha o que melhor se encaixar no nosso estilo:

- Cintos de segurança – garante a minha segurança em um acidente de carro, porque me deixa preso ao banco traseiro. Os cintos podem ser adaptadores presos às coleiras peitorais ou apenas de encaixe ao cinto de segurança do carro.

- Caixas de transporte – devem ser resistentes e espaçosas de acordo com as minhas medidas. O ideal é que seja ventilada, com trava para fechamento das portas e alça para transporte.

- Cadeiras e assentos – ideal para o meu transporte se eu for um animal de pequeno ou médio porte. São cadeiras específicas e preparadas para serem utilizadas com coleira do tipo peitoral.

- Grades de contenção – são divisórias de metal que servem para limitar a minha circulação dentro do automóvel, podendo ficar no centro (entre os bancos dianteiros), laterais, que me impedem de sair pela janela, e os traseiros, que restringem o meu espaço no banco de trás. Apesar das grades possibilitarem a movimentação e consequentemente, me deixar mais à vontade, elas também podem me machucar em caso de uma freada brusca, já que eu estarei “solto” e posso ser jogado contra a grade. 

  • Faça paradas programadas, de acordo com a duração total da viagem, para que eu possa exercitar-me e fazer as minhas necessidades. Normalmente essas paradas podem ser feitas a cada 2 ou 3 horas e aproveite para me oferecer um pouco de água também.
  • Alguns pets podem sofrer enjoos durante a viagem, por isso, uma refeição leve 2 ou 3 horas antes da partida é o mais indicado. Evite me alimentar durante a viagem e mantenha-me hidratado. Cubos de gelo, se disponíveis, são uma ótima alternativa. Se eu vomitar, não me force a comer.
  • Não me deixe preso dentro do automóvel fechado, principalmente quando estiver estacionado sob o sol. Em apenas “um minutinho”, eu posso passar mal, ser roubado ou mesmo me enroscar em alguma coisa (especialmente se estiver usando guia e enforcador) e acabar me machucando. Também são comuns os casos de cães que morrem por hipertermia (calor excessivo) depois de terem sido trancados num automóvel. Um automóvel deixado sob o sol, ainda que por pouco tempo, pode transformar-se numa verdadeira estufa ou sauna. Na sombra não é tão diferente assim.

 

Tópicos de legislação de trânsito consultados:

 

 


                                                 

 

 

Vamos de ônibus? 
 

  • Existe uma falta de legislação específica e pertinente ao transporte rodoviário de animais de estimação no Brasil. Mas, de acordo com o Decreto nº 2.251/98, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que regula a circulação dos ônibus no Brasil, o transporte de animais é permitido, desde que sejam observados os locais e os limites máximos de peso e dimensão estipulados para a bagagem.
  • Na esfera legislativa federal, a Instrução Normativa nº 18/2006, do Ministério da Agricultura, apenas indica, em seu art. 3º que cães e gatos estão dispensados da exigência da GTA (Guia de trânsito animal), porém deverão estar acompanhados de “certificado de Saúde”, emitido por médico veterinário, comprovando a saúde do animal, principalmente atestando a vacinação antirrábica. O transporte de aves e animais silvestres dá-se somente com autorização do IBAMA.
  • Também não é permitido o transporte de animal que por sua espécie, tamanho, ferocidade, peçonha ou saúde, comprometa o conforto e a segurança do veículo, de seus ocupantes ou de terceiros.
  • Já no âmbito dos Estados, registra-se um avanço em alguns estados, como é o caso do Rio Grande do Sul, onde a Lei nº 12.900, regulamentada pelo Conselho de Tráfego do Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) com a resolução nº 4.938/08, autoriza e disciplina o transporte de animais domésticos nos sistemas regular e especial do transporte intermunicipal de passageiros no estado.
  • A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), por sua vez, orienta as empresas de transporte rodoviário e suburbano intermunicipais, do sistema regular, e usuários quanto ao transporte de animais domésticos, através do artigo 31, item VII do Decreto 29.913.
  • Nos demais estados, independente da existência de uma legislação específica, boa parte das empresas rodoviárias aceita transportar cães e gatos de pequeno porte, desde que você, meu dono, atenda a procedimentos básicos como: apresentar documento firmado pelo meu vet, atestando as minhas boas condições de saúde, emitido no máximo 15 dias antes da data da viagem; apresentar a minha carteira de vacinação atualizada, na qual conste pelo menos a vacina antirrábica.
  • É preciso comunicar à empresa a sua intenção em viajar em minha companhia no momento da compra de sua passagem e então se informar sobre os procedimentos necessários.
  • Eu devo ser acomodado em uma caixa de transporte, com dimensões apropriadas, e ser mantido em boas condições de higiene, segurança e conforto. A caixa de transporte deve ser alojada, preferencialmente, no assoalho do ônibus, próximo ao seu assento e restrito ao espaço físico de sua poltrona. Devo permanecer confinado durante toda a viagem, sendo proibida a minha acomodação no corredor do veículo ou ocupando um assento de passageiro.
  • Excepcionalmente, posso ser transportado no bagageiro, desde que o veículo possua compartimento isolado, com perfeitas condições de iluminação, ventilação e segurança, garantindo o meu bem estar.
  • Algumas empresas me transportam gratuitamente, outras cobram uma taxa que pode variar de acordo com a empresa e a linha.
  • A Expresso do Sul (Rio de Janeiro, RJ) foi a primeira empresa de transporte rodoviário a oferecer aos seus clientes um espaço exclusivo para o transporte de animais. Trata-se do Espaço Pet. Localizado na parte inferior do veículo, ele possui ventilação e iluminação própria, e foi projetado e decorado para oferecer maior segurança e conforto aos animais durante a viagem.
  • A maioria das empresas rodoviárias exige que eu seja transportado sedado. Lembre-se: eu nunca devo ser sedado sem orientação do meu veterinário!!!
  • Em todos os casos, é proibido o transporte de fêmeas grávidas ou no cio e deve-se preservar a comodidade, segurança e conforto dos demais passageiros.
  • Cada veículo pode transportar até 2 animais domésticos e um cão-guia por viagem. Também existe limite de peso do animal, que é de até 10 kg.
  • Mas vale lembrar que a empresa não tem obrigação, por lei, de me transportar. A não ser que eu seja um cão de serviço, como os cães guias. Estes gozam de prerrogativa quanto ao livre trânsito, em todo o território nacional, já que a Lei Federal nº 11.126/2005 assegura ao portador de deficiência visual o direito de ingresso e permanência com o animal em veículos e nos estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo e especifica como discriminação – sujeita a interdição e multa – qualquer tentativa que vise impedir ou dificultar o gozo do direito previsto. 

 
Fontes:

Secretaria de Transportes de São Paulo   
Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem

 


 


Veja Informações das Empresas Rodoviárias 
 

Auto Viação Bragança 

Empresa Barroso

Expresso do Sul

Itapemirim 

Planalto Transportes

Real Expresso

Viação Anapolina

Viação Graciosa

Viação Ouro e Prata 

Viação Sudoeste 

 

 

(O Portal “Turismo 4 Patas” não tem responsabilidade pelas informações e valores publicadoos nos sites das empresas. Antes de fazer a sua reserva ou compra de passagens, consulte a empresa e confirme a aceitação de pets)
 
 

 

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